By Felipe Saab
Fim do período de manutenção!
Finalmente esse blog ficou com uma interface mais agradável e bonita.
Todos os créditos ao @jpalacio1988 . Muito obrigado!
Vamos ao assunto de hoje: criando um cliente de Twitter.
Ah o Twitter… Quem não usa o twitter? Quem nunca ouviu falar do twitter? Acho que hoje em dia é bem difícil.
Mas aproveitar todas as funcionalidades do twitter no navegador é – na minha opinião – um saco! Toda hora fica recarregando, tem horas que aparece aquela PIIII daquela baleia dizendo que o servidor está congestionado…
Enfim, para não passar por esses probleminhas normalmente a gente apela para os clientes de twitter, que nada mais são do que softwares que acessam o twitter com a nossa conta e mostram as atualizações de um jeito bem bonitinho e cheio de frescuras - vide TweetDeck, ÜberTwitter, entre outros.
Contudo, esses clientes não foram feitos especificamente para nós, ou seja, podem existir funções que não sejam do nosso gosto e pode também faltar algumas funções que sejam essenciais para nós. Então por que não criar o seu próprio cliente de Twitter? É muito simples e personalizável, podemos criá-lo do jeito que quisermos. Vamos a algumas informações essenciais:
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By Felipe Saab
E ae galera,
Primeiro de tudo, obrigado pelas visitas… estava vendo as estatísticas do site e todo dia tem alguém dando uma olhada no blog. Obrigado mesmo.
No último post eu mostrei uma técnica bem interessante da programação dinâmica: a reflexão, através da qual agente consegue perguntar pra um objeto qualquer quais são suas variáveis de instância (inclusive os seus valores) e seus métodos.
Beleza, daí um monte de gente me perguntou: “Pra que diabos eu preciso saber disso?” ou então “Quando eu vou usar?” entre outras… Para exemplificar o uso da reflexão vamos criar uma pequena aplicação. Nada muito complicado… uma agenda de contatos. OK, só mais um detalhe: não vou explicar nada sobre a conexão com o banco de dados, ou tratamento de erros ou outras coisas que vou utilizar no tutorial, o foco vai ser a reflexão. Qualquer dúvida é só deixar um comentário que a gente resolve.
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By Felipe Saab
Hoje vou abordar um tema bem interessante: Reflexão Computacional e como o Java trata tal assunto.
Quem se diz “programador” e nunca ouviu falar disso tem que rever seus conceitos. Existe toda uma filosofia por trás do conceito de Reflexão Computacional (ou apenas reflexão), mas eu não vou falar muito sobre isso (até porque eu não sei muita coisa sobre a teoria…
), vamos mais a prática.
Bom, vamos viajar um pouquinho: imagine que vc tem a missão de construir um método que receba um objeto que você não sabe qual é, e tenha que aprender a usá-lo em tempo de execução, ou seja, descobrir quais métodos esse objeto possui, quais variáveis de instância e etc (CALMA! Eu sei que parece besteira e que vc deve estar pensando: “Onde diabos eu vou usar um troço desses?!?” mas CALMA, vou dar uns exemplos mais adiante e em outros posts).
Como Java é uma linguagem quase completamente orientada a objetos, presume-se que TUDO é um objeto: um método é representado por um objeto da classe java.lang.reflect.Method, toda variável de instância também é representada um objeto da classe java.lang.reflect.Field e uma classe (qualquer uma delas, seja String, Integer, Float, ou aquela que vc escreveu) é representado por um objeto genérico: o objeto Class<?>.
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